E o que é a vida?
A menina morta hoje se fez essa pergunta.
Formulou e reformulou respostas prontas.
Pensou que a vida são quedas, então lembrou das vitórias por ela conquistada.
Escreveu que a vida é dor, lembrou-se do amor que há tempo receberá.
Disse que a vida era despedida e lembrou-se do mar ao encontrar-se com a areia em um encontro perfeito e desejou um dia ter um encontro como aquele.
A menina percebeu que a vida é como o mar.
Às vezes calmo, muitas vezes revolto.
Percebeu que a imensidão torna-se pequena diante dos problemas.
Que as águas mudam assim como o amor, mas que o encontro perfeito estar longe de ser dias de alegria sem lágrimas e sem sofrimento.
A menina morta decidiu entrar na água, afogar suas tristezas, mas percebeu que mesmo sendo afogada as dores ainda eram suas.
Só suas...
Mas estando ali ela sentiu-se bem.
Entendeu que o mar pode estar calma, mas daí vem uma onda muda todo o balanço.
E percebeu que esta onda ao encontra-se com a areia sussurrou palavras de amor e fez seu balanço e mudou todo aquele momento.
Fez de um momento ruim conturbado em um espetáculo de água e espuma.
A menina aprendeu que encontramos força
os problemas podem ser superados e os sorrisos serão iluminados e
sussurrarão uma doce melodia no qual todos se embalarão...
Doce melodia da FELICIDADE!!
Frase do dia: Quanto mais recordo do que você era, mas me assusto com o que você se tornou ou mostrou.